quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015



Lenovo instala adware em seus computadores que pode permitir o roubo de informações privadas

FONTE: ADRENALINE UOL 

 



  




Uma vulnerabilidade foi descoberta em um programa pré-instalado em computadores da Lenovo que pode permitir aos hackers o acesso de informação confidencial de navegação do usuário. A falha no software pode permitir a terceiros coletarem senhas, detalhes de contas bancárias e outras informações sensíveis.
Nomeado Superfish, a falha se encontrava em um programa de adware que a Lenovo incluiu como padrão em seus PCs a partir de janeiro, funcionando como um coletor de informações pessoais para propósitos publicitários. O adware cria para si mesmo um certificado root de autoridade irrestrita, instalando um proxy capaz de produzir certificados SSL sempre que uma conexão segura é solicitada. Certificados SSL são arquivos pequenos, usados por bancos, redes sociais e lojas como Amazon para provar que os sites são legítimos. Ao criar seus próprios certificados, o Superfish pode fazer suas tarefas publicitárias até mesmo em conexões seguras, inserindo propagandas e lendo arquivos que deveriam ser de páginas privadas.
O especialista em segurança Kenn White mostrou os certificados de segurança do Superfish hoje em uma publicação no Twitter. A foto de White demonstra um certificado emitido para o Bank of America, mas emitido pelo Superfish, ao invés de um certificado confiável como o do VeriSign. Pela natureza deste programa, capaz de checar o tráfego virtual e enviar tais arquivos para propósitos publicitários, significa que hackers podem acessar informações em potencial transmitidas por conexões supostamente seguras – por exemplo, lojas virtuais e sites de bancos que tem o código "https://" em suas URLs e exibem um cadeado nos browsers.

Um dos principais perigos do Superfish é que ele utiliza a mesma chave privada em seu certificado de raiz em cada máquina. Segundo Eric Rand, pesquisador na Brown Hat Security, se alguém fosse capaz de quebrar o código, indivíduos poderiam criar certificados que todas as máquinas Lenovo acreditariam, ou criar malwares que se passariam por programas confiáveis.
A Lenovo removeu o Superfish em janeiro, mas defendeu o uso do software, argumentando que não obteria o perfil ou monitorava o comportamento do usuário, nem guardava informações. A empresa apontou que os usuários concordaram com os termos de uso e privacidade para o produto na primeira vez que utilizaram, mas os clientes descobriram que desinstalar o programa não remove o certificado root.
Em defesa, a Lenovo diz que "está investigando todas as preocupações levantadas sobre o Superfish" e também confirmou que o aplicativo nas máquinas de antes já foram desabilitados, além de removê-los dos novos PCs.

Samsung compra startup LoopPay para tecnologia de pagamentos móveis

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
 
FONTE: REUTERS BRASIL
A Samsung comprou a startup norte-americana de serviços de carteira eletrônica LoopPay, mostrando intenção de lançar um serviço de pagamentos por smartphone para competir com uma recente oferta da rival Apple.
O sistema de pagamentos móveis tem sido adotado lentamente nos Estados Unidos e outros locais, apesar da forte aderência das companhias de tecnologia. Apple, Google e PayPal, do eBay, lançaram serviços para permitir que usuários façam pagamentos em lojas por smartphone.
A fraca popularidade ocorre parcialmente porque muitas varejistas têm relutado em adotar a infraestrutura de hardware e software necessária para que as novas opções de pagamentos móveis ocorram. Esses serviços também falham em oferecer muito mais conveniência do que simplesmente passar um cartão de crédito, disseram executivos da Samsung nesta quarta-feira.
A tecnologia da LoopPay difere porque transforma leitores magnéticos existentes de cartões em receptores sem contato, afirmaram. Cerca de 90 por cento dos caixas já possuem suporte a cartões magnéticos.
Injong Rhee, que lidera o projeto de pagamentos ainda não anunciado pela Samsung, disse que a gigante asiática revelará em breve mais detalhes do seu almejado serviço. Ele afirmou que novos telefones como o próximo Galaxy darão suporte ao serviço.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Conhecendo o Chrome OS: entenda o sistema operacional do Google

chrome os
Nos últimos meses de 2013 a Amazon registrou um enorme número de vendas de notebooks equipados com o Chrome OS (algo em torno de 20% do total), sendo uma das primeiras vezes que o então monopólio do Windows ficou tão ameaçado. O sistema da Microsoft ainda possui uma parcela generosa de vendas em máquinas OEM, mas não são poucas as previsões de que o jogo está ficando cada vez mais difícil, em especial pela baixa popularidade do Window 8 e 8.1
Chrome OS
O Chrome OS é resultado dessa rejeição, e está com uma excelente adoção no mercado americano, vindo instalado em modelos na casa dos US$ 200 e comprindo boa parte das necessidades do usuário comum. Considerando que ele ainda é um ilustre desconhecido, neste artigo vamos conhecê-lo um pouco melhor, já que uma das poucas opções disponíveis no Brasil é um modelo já antigo da Acer, sendo um dos primeiros da série dedicada ao Chrome OS.

O que é o Chrome OS?

É um comportamento padrão de muitos usuários ligar a máquina, fazer o login e abrir um navegador, e o Chrome OS é basicamente uma personificação desse fato. Imagine que você tem um netbook (ou Chromebook, como é chamados o notebook com Chrome OS) cujo sistema operacional é o próprio Google Chrome e os "programas" são as extensões disponíveis na Chrome Web Store. Adicione um player de música (sincronizado com o Google Music, naturalmente) e uma aba de configurações (a mesma do navegador) que inclui algumas funções adicionais, além de um gerenciador bastante simples de arquivos. Esse é o Chrome OS.
Screenshot 05 - Chrome OS
Limitado? É claro que sim! Porém, independentemente de sistema operacional e configuração de hardware, boa parte das funções que a grande maioria dos usuários realiza no computador é feita dentro de um navegador. E não estamos nos referindo apenas ao Facebook e ao Twitter, mas também a ler notícias, escutar músicas (em sites como Deezer, Grooveshark e Stereomood), assistir a filmes (Youtube, Netflix) e a mais uma infinidade de funções. É aí que o Chrome OS entra em cena.
Screenshot 01 - Chrome OS
Há versões com processadores Intel x86 e ARM, e destacamos o suporte nativo ao segundo tipo de arquitetura. O motivo? Esse chips precisam de muito pouca energia para trabalhar, o que, em um futuro talvez não tão distante, seja capaz de fazer com que os Chromebooks sejam cada vez mais finos, leves (afinal, o sistema de refrigeração tem uma porcentagem significativa no peso) e possam trazer uma autonomia bem maior. Já se imaginou, daqui a alguns anos, comprando laptops que funcionam o dia inteiro fora da tomada por padrão?

Por que é legal?

Novamente, independentemente do sistema operacional, utilizar um computador requer um mínimo de conhecimento do sistema (algo observado em pequenos momentos, como quando sua avó pergunta como procurar uma receita de bolo), e, mais do que isso, exige uma certa dedicação a manter o sistema sempre rápido, seja rodando um CCleaner para remover os arquivos temporários e desfragmentando o disco até manter o sistema atualizado.
O Chrome OS se destaca nesse ponto exigindo tanta manutenção como o seu smartphone necessitaria (nenhuma, na maioria das vezes). O usuário não precisa se preocupar com atualizações, otimizar o sistema ou qualquer tipo de gerência. Basta ligá-lo e ser feliz, o que o torna ideal para pessoas que querem uma máquina para viajar e não querem ficar lidando com as mudanças de humor de seu sistema. Basta apenas ligá-lo e utilizá-lo sem maiores complicações.
Screenshot 03 - Chrome OS .
Outro ponto é que, por ser basicamente um navegador com algumas funções extras e construído em cima de um kernel Linux, qualquer Intel Celeron está apto a rodá-lo sem enfrentar lentidões. Como dissemos acima, o Chrome OS roda em processadores ARM também, os mesmos que equipam o seu smartphone ou tablet, caso do Samsung Chromebook que traz um Exynos 5 dual-core. A performance relativa em relação aos processadores Intel (não encontramos opções equipadas com CPUs AMD) é consideravelmente menor, mas eles possuem algumas vantagens interessantes.
Em primeiro lugar, eles não precisam de um sistema de refrigeração ativo com cooler, o que, com o armazenamento SSD, faz deles os primeiros representantes de uma geração de laptops sem partes móveis. Não emitem ruído, nem esquentam demais e são menos propensos a defeitos mecânicos (com exceção da dobradiça da tela, claro). Além disso, chips ARM são perfeitamente capazes de decodificar músicas de alta qualidade e vídeos em HD com processamento via hardware, isso quase sem consumir energia.

E quais são os problemas dele?

Como nem tudo são flores, é natural esperar certas limitações do Chrome OS, especialmente considerando que ele é um sistema bem mais novo do que o Windows, o Linux e o OS X. A principal crítica que vem à mente da maioria das pessoas é a sua forte dependência de uma conexão de internet, que de fato é justificada, mas merece uma análise mais completa.
Afinal, o que você costuma fazer com seu computador quando está sem conexão? Qualquer máquina vira um enorme (e caro) peso de papel sem internet, umas mais do que outras. O Chrome OS inclui alguns apps que funcionam sim de forma offline, algo que vale a pena deixar claro. Você não precisa de uma conexão com a internet para escutar músicas e ver filmes armazenados no disco, como em qualquer outro sistema.
Screenshot 02 - Chrome OS
Apps como Pixlr TouchUp, calculadora, entre outros, não requerem conexão, mas os próprios apps do Google, como Gmail, Drive e Office (Docs, Planilhas e Apresentações) estranhamente precisam. Isso é no mínimo estranho, já que faria muito mais sentido disponibilizar as suas funções de forma offline e sincronizar os dados salvos quando a máquina ficasse online, concordam? Certamente faria com que eles fossem muito mais utilizados.
Outro ponto: o Chrome OS não é uma máquina de produção. Não é uma máquina para qualquer usuário que precise fazer alguma tarefa mais avançada. Por exemplo, ele inclui alguns apps bacanas, como o Pixlr TouchUp mencionado acima, capaz de fazer algumas edições básicas, mas está longe de ser uma máquina em que você ficaria confortável ao utilizar no escritório. Como segundo computador, por outro lado, ele começa a ser uma boa opção.

O que poderia melhorar?

A Chrome Web Store conta com uma infinidade de apps, mas ainda está longe de atender aos usuários que precisam de um pouco mais de suas máquinas. Uma adição útil ao Chrome OS seria o suporte nativo aos apps do Android, afinal, além do fato de estes rodarem em chips ARM, ambos os sistemas pertecem à mesma empresa, então por que não? Um primeiro passo, porém, seria adicionar versões offline dos apps do próprio Google, o que já ajudaria significativamente a sua adoção.
Outro ponto: a  versão mais "top" que roda o Chrome OS é o Chromebook Pixel, um modelo com processador Intel Core i5, 4 GB de memória RAM, tela de 12,85 polegadas com densidade de pixels maior do que os Macbooks Retina e que ainda por cima é touchscreen. É uma máquina excelente, de construção impecável, mas preço alto até mesmo para os padrões americanos (cerca de US$ 1.300) e que também só funciona bem online. E é a única.
Screenshot 04 - Chrome OS
A verdade é que boa parte dos usuários considera a máquina em si, não só o SO, um requisito essencial na hora da compra. Com exceção do Pixel, só há mesmo modelos de baixo custo, caso do Acer equipado com um processador Haswell... só que é um Celeron. O argumento aqui não é se é necessário mais potênca ou não, mas sim que alguns usuários gostam de máquina de ponta. Faltam modelos intermediários e avançados para atender a esse público.
Isso seria facilmente resolvido se o Google disponibilizasse o Chrome OS para download. Ele não é um sistema como o Windows ou o Linux, que pode ser encontrado na internet, baixado e instalado pelo próprio usuário, e o motivo de o Google manter um controle tão forte sobre o sistema, disponibilizando-o apenas para OEM, ainda é um mistério. Certamente muitos usuários ficariam contentes em dar uma vida nova àqueles netbooks com Atom de primeira geração, dando-o vida e oportunidade de ser útil em seu dia a dia como uma máquina portável.

FONTE: CANALTECH

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Samsung lança linha Galaxy A no Brasil

 Smartphones Samsung Galaxy A3, A5 e A7 têm câmera frontal de cinco megapixels, são dual chip, possuem conectividade 4G e telas de 4,5, 5 e 5,5 polegadas respectivamente


Acessórios próprios
Para a Linha Galaxy A, a Samsung desenvolveu alguns acessórios próprios. A capa Flip Wallet com porta-cartões será vendida por R$ 129, nas cores branca e grafite para o modelo Galaxy A3. Já a S View, que vem com a Janela Inteligente e outras funções avançadas, sairá por R$ 169 e está disponível nas cores branca e grafite para modelo Galaxy A5 e Galaxy A7. A Capa Protetora Premium será vendida na cor branca para os modelos Galaxy A7, Galaxy A5 e Galaxy A3 por R$ 79.

FONTES: MEIO BIT, IG TECNOLOGIA

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