segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

5 fatos curiosos sobre os anos bissextos

Fonte: G1 (globo)

Criados no século 1 a.C., ano bissexto gera reclamações por 'trabalho de graça' e campanhas por trabalho voluntário no dia 29 de fevereiro.

365,2422 dias - é este o tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol.
No atual calendário ocidental, adotado no final do século 16, um ano tem 365 dias. Para manter nossos relógios em sincronia com a Terra e suas estações, os 0,2422 que sobram - ou 5 horas, 48 minutos e 46 segundos - são somados, resultando em um dia extra a cada quatro anos.
É o que ocorre neste ano de 2016, que terá 366 dias.
Veja cinco curiosidades sobre anos bissextos:
1. A culpa é dos romanos
Sob o domínio de Júlio Cesar, no primeiro século a.C., astrônomos receberam a tarefa de melhorar o calendário romano antigo, que tinha 355 dias por ano com um mês extra de 22 dias a cada dois anos. Acreditava-se que o calendário havia se desencontrado completamente das estações.
Assim foi criado o ano de 365 dias, com um dia a mais em alguns anos para incorporar as horas extras - dando origem ao ano bissexto.
O mês que levava o nome do estadista - julho, que antes era "quintilis" - tinha 31 dias, enquanto agosto, que antes era conhecido como "sextilis", tinha apenas 30.
De acordo com os escritos de um acadêmico parisiense do século 13 chamado Sacrobosco, quando Augusto virou o primeiro imperador do recém-estabelecido Império Romano, ele queria um mês dedicado a ele - e um que tivesse a mesma importância para Julio César.
Então fevereiro, que tinha 29 dias ou 30 nos anos bissextos, passou a ter 28 dias - o dia "perdido" foi para o mês de agosto, que ficou com 31.
Houve outros ajustes ao longo dos anos.
Em 1582, foi elaborado o Calendário Gregoriano, que definiu novas regras para o cálculo dos anos bissextos. A parti daí, seriam bissextos apenas os anos múltiplos de 400 e os múltiplos de 4 e não múltiplos de 100. Exemplo de anos bissextos: 2000, 1600, 2016, 2012, 2004. Exemplo de anos não bissextos: 1700, 1800 e 1900.
2. Revolução dos trabalhadores
Se você ganha por mês, anos bissextos são más notícias.
Tecnicamente você está trabalhando um dia a mais sem receber por isso, já que o salário anual é o mesmo em anos com 366 dias.
Mas há um tema mais complexo por trás disso, já que avaliar o impacto econômico em anos bissextos é complicado.
A maioria das pessoas que lidam com estatísticas usa números arredondados para medir variáveis econômicas, como PIB, para fazer todos os fevereiros comparáveis.
Então fevereiro é considerado um mês com 28 dias acrescido de um quarto de um dia todo ano, sendo bissexto ou não.
Isso levou um professor de ensino médio de Maryland a dar início à "Revolução Sem Trabalho em Ano Bissexto" em 2008, embora a campanha ainda não tenha se materializado em um feriado extra por ano em nenhum lugar no mundo, como ele defende.
Alguns também poderiam dizer que trabalhadores recebem mais do que deveriam em fevereiro, já que esse mês é mais curto que os outros.
Mas a ideia de compensar por uma perda econômica de ter um dia extra no ano existe há cerca de um século.
Entre as alterações do calendário atual que foram propostas durante os séculos, uma das mais populares foi o chamado "Calendário Mundial", criado em Nova York em 1930, que queria mudar o 29 de fevereiro (do ano bissexto) para 31 de junho e transformar a data em feriado mundial.
3. Resoluções de ano bissexto
De forma mais modesta, pequenas "revoluções" estão sendo feitas por pessoas que agem para "retomar o dia" e gastam as horas extras com trabalhos voluntários e ajudando os outros.
"Doe seu dia a mais para caridade", diz a instituição Easyfundraising.org e muitas outras, principalmente na Europa e nos EUA.
Há campanhas para fazer as pessoas doarem, participarem ou arrecadarem fundos para diferentes causas, de pesquisa sobre câncer a atividades de extensão em universidades.
A chave, dizem as instituições de caridade, é que os chefes concordem em dar aos empregados o pagamento do dia 29 - mas, nem precisa dizer, quase nenhum quer fazer isso.
No Twitter, participantes estão usando a hashtag #ExtraDay (dia extra) e #LeapDay2016 (Dia bissexto 2016) para dizer o que estão fazendo.
Além da filantropia, outros usam o dia extra para agilizar planos de negócios atrasados.
Este ano, a agência de marketing digital escocesa Attacat tentará fundar uma nova empresa, do zero, em um único dia. Os funcionários não vão saber o que o que será a nova empresa até chegarem ao trabalho hoje.
"Como muitos empreendedores, tive muitas ideias de start-ups ao longo dos anos, mas nunca tive tempo para colocar as ideias em ação... então tive essa ideia", diz Tim Barlow, diretor-gerente.
"E não estamos falando sobre algo que está aqui hoje e não estará amanhã. Estamos nos esforçando para criar um negócio que dure."
4. Feliz aniversário - a cada quatro anos
Quando falamos sobre esta anormalidade do calendário, fica claro que os mais afetados por isso são os aniversariantes de 29 de fevereiro.
Eles só podem comemorar o aniversário "mesmo" a cada quatro anos. Muitos se acostumaram a comemorar no dia 28, mas dizem que não é a mesma coisa.
"Quando criança, era um problema. Agora me acostumei e acho divertido quando conto para os outros", disse à BBC o grego Dimitrios Michalopoulos.
As chances de nascer no dia 29 de fevereiro são relativamente pequenas - 1 em 1.461.
Atualmente, cerca de 4,1 milhão de pessoas fazem aniversário neste dia.
O cartunista Jaguar, o compositor italiano Rossini, o papa Paulo 3º e o rapper Ja Rule são algumas figuras públicas nascidas neste dia.
A boa notícia é que todos os bebês nascidos no dia 29 podem ter uma festa para ele na cidade de Anthony, no Texas (EUA).
A autoproclamada "Capital do Ano Bissexto" tem um festival de quatro dias que inclui um grande jantar de aniversário para os nascidos em 29 de fevereiro.
5. Mulheres de joelhos
Em alguns países, anos bissextos são associados a rituais e crenças - muitos tem a ver com casamentos.
No séc. 19, mulheres eram incentivadas a fazer pedidos de casamento com cartões postais (Foto: BBC)No séc. 19, mulheres eram incentivadas a fazer pedidos de casamento com cartões postais (Foto: BBC)
Na Grécia, por exemplo, casais evitam se casar em anos bissextos porque eles acreditam que isso traz azar.
Mas, em vários outros países, o dia 29 de fevereiro é conhecido como aquele em que mulheres pedem homens em casamento.
O costume não chegou no Brasil, mas se popularizou no século 19. Mulheres eram incentivadas a fazer pedidos com cartões postais, mas as origens da tradição não são tão conhecidas.
Dizem que a tradição vem do século 5, quando uma freira irlandesa chamada Santa Brígida reclamou com São Patrício que as mulheres tinham que esperar muito até que os pretendentes fizessem os pedidos.
A lenda diz que São Patrício expediu um decreto que deu às mulheres o direito de fazer o pedido a cada quatro anos.
Outra história, mais duvidosa, diz que a tradição vem de uma antiga lei escocesa.
A rainha Margaret da Escócia estaria por trás de uma lei de 1288 que permitiu que mulheres solteiras tivessem a liberdade de fazer pedidos de casamento durante o ano bissexto; os homens que recusassem eram multados. Mas acadêmicos não encontraram provas desta lei em suas pesquisas.
Alguns veem esta ligação de pedidos de casamento com ano bissexto como um símbolo das mulheres por direitos iguais aos homens, enquanto muitos acham o contrário, como uma forma de reforçar os papéis tradicionais de gênero.
Em 1904, a colunista Elizabeth Meriwether Gilmer, uma das mais populares jornalistas mulheres de seu tempo, escreveu: "Uma prerrogativa para as mulheres nos anos bissextos, como a maioria das suas liberdades, é apenas uma zombaria glamourosa".

 

 

Os prazos do Imposto de Renda 2016

Fonte: Exame
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Homem olha relógio: fique atento aos prazos de entrega e pagamento do imposto
Imposto de Renda
São Paulo - Em 2016, o prazo para entregar a Declaração de Imposto de Renda começa na terça-feira, dia 1º de março, e vai até o dia 29 de abril. Na quinta-feira (25) a Receita Federal liberou o programa gerador da declaração (veja as novidades do IR 2016). Até terça-feira (1º) o programa não irá aceitar o envio do documento, mas os contribuintes obrigados a prestar contas com a Receita Federal (veja quem está obrigado a declarar o IR 2016) já podem se antecipar importando os dados da declaração anterior e do programa Rascunho IRPF para o programa gerador da declaração.
O rascunho do IRPF está disponível apenas para importação de dados para o programa de preenchimento da declaração até o dia 2 de maio, quando já passará a funcionar como rascunho da declaração de 2017 (veja 9 passos para se livrar do IR no primeiro dia de envio da declaração).
Imposto a pagar
No dia 29 de abril vence também o prazo de pagamento da primeira cota ou cota única para quem tiver imposto de renda a pagar.
O imposto poderá ser pago à vista ou em até oito vezes, desde que no parcelamento o valor de cada prestação não seja inferior a 50 reais.
A opção de parcelar o tributo também não será válida se o valor total do IR a pagar for inferior a 100 reais. Nesse caso, ele deverá ser pago em cota única.
No parcelamento, o vencimento no dia 29 de abril vale para o pagamento da primeira cota. As prestações restantes vencem no último dia útil dos meses seguintes.
Na segunda cota, o contribuinte deve pagar um acréscimo de 1% sobre o valor do imposto. Às demais cotas também é aplicada a cobrança de 1%, além dos juros equivalentes à variação da taxa básica de juros (Selic) acumulada do dia 30 de abril até o mês anterior ao do pagamento.
Se o valor do imposto for inferior a dez reais, ele não deverá ser pago neste ano e é somado ao imposto a pagar dos próximos anos, até que seu valor total atinja o mínimo de dez reais.
O contribuinte pode quitar o imposto de três formas: por meio da transferência bancária eletrônica nos bancos autorizados pela Receita; com a emissão do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) e posterior pagamento em qualquer agência bancária - opção válida para o pagamento da primeira cota ou cota única; ou por meio débito automático em conta corrente.
O débito automático no pagamento à vista ou da primeira cota pode ser feito caso o imposto seja pago até o dia 31 de março.
Multa por atraso
Quem não entregar a Declaração até as 23h59min59s (horário de Brasília) do dia 29 de abril deverá entregá-la com atraso pela internet (por meio do Programa Gerador da Declaração) e por meio de tablets ou smartphones (utilizando o aplicativo m-IRPF).
Todo formulário recebido após o prazo será automaticamente notificado com uma penalidade mínima de 165,74 reais. Esse é o piso da multa de 1% ao mês, com limite de 20%, sobre o total do imposto devido no ano-calendário da declaração.
Quem tiver IR a restituir terá a multa descontada do valor da restituição. A multa começa a incidir a partir do primeiro dia após o término do prazo de entrega da declaração até o mês de entrega efetiva da declaração. A cada dia são cobrados juros diários equivalentes ao percentual de 1% ao mês.
Retificação não gera multa

Se a declaração for entregue dentro do prazo e o contribuinte constatar erros, omissões ou inexatidões, ele pode entregar uma declaração retificadora a qualquer momento para fazer as correções, sem pagar qualquer multa por atraso.
Apesar de não pagar multa, ao alterar o modelo, no entanto, quem se adiantou para ter prioridade na restituição perde a vantagem, uma vez que a data da declaração retificadora se sobrepõe à data da declaração original.
Para retificar, o contribuinte deverá utilizar o programa gerador, optando pela retificação. É possível transmitir a nova declaração pela internet. Outra opção é usar o aplicativo “Retificação online”, que ficará disponível no site da Receita quando o prazo de entrega da declaração for iniciado.
O preenchimento de uma declaração retificadora exige que o contribuinte informe o número do recibo de entrega da declaração que pretende corrigir.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015



Lenovo instala adware em seus computadores que pode permitir o roubo de informações privadas

FONTE: ADRENALINE UOL 

 



  




Uma vulnerabilidade foi descoberta em um programa pré-instalado em computadores da Lenovo que pode permitir aos hackers o acesso de informação confidencial de navegação do usuário. A falha no software pode permitir a terceiros coletarem senhas, detalhes de contas bancárias e outras informações sensíveis.
Nomeado Superfish, a falha se encontrava em um programa de adware que a Lenovo incluiu como padrão em seus PCs a partir de janeiro, funcionando como um coletor de informações pessoais para propósitos publicitários. O adware cria para si mesmo um certificado root de autoridade irrestrita, instalando um proxy capaz de produzir certificados SSL sempre que uma conexão segura é solicitada. Certificados SSL são arquivos pequenos, usados por bancos, redes sociais e lojas como Amazon para provar que os sites são legítimos. Ao criar seus próprios certificados, o Superfish pode fazer suas tarefas publicitárias até mesmo em conexões seguras, inserindo propagandas e lendo arquivos que deveriam ser de páginas privadas.
O especialista em segurança Kenn White mostrou os certificados de segurança do Superfish hoje em uma publicação no Twitter. A foto de White demonstra um certificado emitido para o Bank of America, mas emitido pelo Superfish, ao invés de um certificado confiável como o do VeriSign. Pela natureza deste programa, capaz de checar o tráfego virtual e enviar tais arquivos para propósitos publicitários, significa que hackers podem acessar informações em potencial transmitidas por conexões supostamente seguras – por exemplo, lojas virtuais e sites de bancos que tem o código "https://" em suas URLs e exibem um cadeado nos browsers.

Um dos principais perigos do Superfish é que ele utiliza a mesma chave privada em seu certificado de raiz em cada máquina. Segundo Eric Rand, pesquisador na Brown Hat Security, se alguém fosse capaz de quebrar o código, indivíduos poderiam criar certificados que todas as máquinas Lenovo acreditariam, ou criar malwares que se passariam por programas confiáveis.
A Lenovo removeu o Superfish em janeiro, mas defendeu o uso do software, argumentando que não obteria o perfil ou monitorava o comportamento do usuário, nem guardava informações. A empresa apontou que os usuários concordaram com os termos de uso e privacidade para o produto na primeira vez que utilizaram, mas os clientes descobriram que desinstalar o programa não remove o certificado root.
Em defesa, a Lenovo diz que "está investigando todas as preocupações levantadas sobre o Superfish" e também confirmou que o aplicativo nas máquinas de antes já foram desabilitados, além de removê-los dos novos PCs.

Samsung compra startup LoopPay para tecnologia de pagamentos móveis

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
 
FONTE: REUTERS BRASIL
A Samsung comprou a startup norte-americana de serviços de carteira eletrônica LoopPay, mostrando intenção de lançar um serviço de pagamentos por smartphone para competir com uma recente oferta da rival Apple.
O sistema de pagamentos móveis tem sido adotado lentamente nos Estados Unidos e outros locais, apesar da forte aderência das companhias de tecnologia. Apple, Google e PayPal, do eBay, lançaram serviços para permitir que usuários façam pagamentos em lojas por smartphone.
A fraca popularidade ocorre parcialmente porque muitas varejistas têm relutado em adotar a infraestrutura de hardware e software necessária para que as novas opções de pagamentos móveis ocorram. Esses serviços também falham em oferecer muito mais conveniência do que simplesmente passar um cartão de crédito, disseram executivos da Samsung nesta quarta-feira.
A tecnologia da LoopPay difere porque transforma leitores magnéticos existentes de cartões em receptores sem contato, afirmaram. Cerca de 90 por cento dos caixas já possuem suporte a cartões magnéticos.
Injong Rhee, que lidera o projeto de pagamentos ainda não anunciado pela Samsung, disse que a gigante asiática revelará em breve mais detalhes do seu almejado serviço. Ele afirmou que novos telefones como o próximo Galaxy darão suporte ao serviço.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Conhecendo o Chrome OS: entenda o sistema operacional do Google

chrome os
Nos últimos meses de 2013 a Amazon registrou um enorme número de vendas de notebooks equipados com o Chrome OS (algo em torno de 20% do total), sendo uma das primeiras vezes que o então monopólio do Windows ficou tão ameaçado. O sistema da Microsoft ainda possui uma parcela generosa de vendas em máquinas OEM, mas não são poucas as previsões de que o jogo está ficando cada vez mais difícil, em especial pela baixa popularidade do Window 8 e 8.1
Chrome OS
O Chrome OS é resultado dessa rejeição, e está com uma excelente adoção no mercado americano, vindo instalado em modelos na casa dos US$ 200 e comprindo boa parte das necessidades do usuário comum. Considerando que ele ainda é um ilustre desconhecido, neste artigo vamos conhecê-lo um pouco melhor, já que uma das poucas opções disponíveis no Brasil é um modelo já antigo da Acer, sendo um dos primeiros da série dedicada ao Chrome OS.

O que é o Chrome OS?

É um comportamento padrão de muitos usuários ligar a máquina, fazer o login e abrir um navegador, e o Chrome OS é basicamente uma personificação desse fato. Imagine que você tem um netbook (ou Chromebook, como é chamados o notebook com Chrome OS) cujo sistema operacional é o próprio Google Chrome e os "programas" são as extensões disponíveis na Chrome Web Store. Adicione um player de música (sincronizado com o Google Music, naturalmente) e uma aba de configurações (a mesma do navegador) que inclui algumas funções adicionais, além de um gerenciador bastante simples de arquivos. Esse é o Chrome OS.
Screenshot 05 - Chrome OS
Limitado? É claro que sim! Porém, independentemente de sistema operacional e configuração de hardware, boa parte das funções que a grande maioria dos usuários realiza no computador é feita dentro de um navegador. E não estamos nos referindo apenas ao Facebook e ao Twitter, mas também a ler notícias, escutar músicas (em sites como Deezer, Grooveshark e Stereomood), assistir a filmes (Youtube, Netflix) e a mais uma infinidade de funções. É aí que o Chrome OS entra em cena.
Screenshot 01 - Chrome OS
Há versões com processadores Intel x86 e ARM, e destacamos o suporte nativo ao segundo tipo de arquitetura. O motivo? Esse chips precisam de muito pouca energia para trabalhar, o que, em um futuro talvez não tão distante, seja capaz de fazer com que os Chromebooks sejam cada vez mais finos, leves (afinal, o sistema de refrigeração tem uma porcentagem significativa no peso) e possam trazer uma autonomia bem maior. Já se imaginou, daqui a alguns anos, comprando laptops que funcionam o dia inteiro fora da tomada por padrão?

Por que é legal?

Novamente, independentemente do sistema operacional, utilizar um computador requer um mínimo de conhecimento do sistema (algo observado em pequenos momentos, como quando sua avó pergunta como procurar uma receita de bolo), e, mais do que isso, exige uma certa dedicação a manter o sistema sempre rápido, seja rodando um CCleaner para remover os arquivos temporários e desfragmentando o disco até manter o sistema atualizado.
O Chrome OS se destaca nesse ponto exigindo tanta manutenção como o seu smartphone necessitaria (nenhuma, na maioria das vezes). O usuário não precisa se preocupar com atualizações, otimizar o sistema ou qualquer tipo de gerência. Basta ligá-lo e ser feliz, o que o torna ideal para pessoas que querem uma máquina para viajar e não querem ficar lidando com as mudanças de humor de seu sistema. Basta apenas ligá-lo e utilizá-lo sem maiores complicações.
Screenshot 03 - Chrome OS .
Outro ponto é que, por ser basicamente um navegador com algumas funções extras e construído em cima de um kernel Linux, qualquer Intel Celeron está apto a rodá-lo sem enfrentar lentidões. Como dissemos acima, o Chrome OS roda em processadores ARM também, os mesmos que equipam o seu smartphone ou tablet, caso do Samsung Chromebook que traz um Exynos 5 dual-core. A performance relativa em relação aos processadores Intel (não encontramos opções equipadas com CPUs AMD) é consideravelmente menor, mas eles possuem algumas vantagens interessantes.
Em primeiro lugar, eles não precisam de um sistema de refrigeração ativo com cooler, o que, com o armazenamento SSD, faz deles os primeiros representantes de uma geração de laptops sem partes móveis. Não emitem ruído, nem esquentam demais e são menos propensos a defeitos mecânicos (com exceção da dobradiça da tela, claro). Além disso, chips ARM são perfeitamente capazes de decodificar músicas de alta qualidade e vídeos em HD com processamento via hardware, isso quase sem consumir energia.

E quais são os problemas dele?

Como nem tudo são flores, é natural esperar certas limitações do Chrome OS, especialmente considerando que ele é um sistema bem mais novo do que o Windows, o Linux e o OS X. A principal crítica que vem à mente da maioria das pessoas é a sua forte dependência de uma conexão de internet, que de fato é justificada, mas merece uma análise mais completa.
Afinal, o que você costuma fazer com seu computador quando está sem conexão? Qualquer máquina vira um enorme (e caro) peso de papel sem internet, umas mais do que outras. O Chrome OS inclui alguns apps que funcionam sim de forma offline, algo que vale a pena deixar claro. Você não precisa de uma conexão com a internet para escutar músicas e ver filmes armazenados no disco, como em qualquer outro sistema.
Screenshot 02 - Chrome OS
Apps como Pixlr TouchUp, calculadora, entre outros, não requerem conexão, mas os próprios apps do Google, como Gmail, Drive e Office (Docs, Planilhas e Apresentações) estranhamente precisam. Isso é no mínimo estranho, já que faria muito mais sentido disponibilizar as suas funções de forma offline e sincronizar os dados salvos quando a máquina ficasse online, concordam? Certamente faria com que eles fossem muito mais utilizados.
Outro ponto: o Chrome OS não é uma máquina de produção. Não é uma máquina para qualquer usuário que precise fazer alguma tarefa mais avançada. Por exemplo, ele inclui alguns apps bacanas, como o Pixlr TouchUp mencionado acima, capaz de fazer algumas edições básicas, mas está longe de ser uma máquina em que você ficaria confortável ao utilizar no escritório. Como segundo computador, por outro lado, ele começa a ser uma boa opção.

O que poderia melhorar?

A Chrome Web Store conta com uma infinidade de apps, mas ainda está longe de atender aos usuários que precisam de um pouco mais de suas máquinas. Uma adição útil ao Chrome OS seria o suporte nativo aos apps do Android, afinal, além do fato de estes rodarem em chips ARM, ambos os sistemas pertecem à mesma empresa, então por que não? Um primeiro passo, porém, seria adicionar versões offline dos apps do próprio Google, o que já ajudaria significativamente a sua adoção.
Outro ponto: a  versão mais "top" que roda o Chrome OS é o Chromebook Pixel, um modelo com processador Intel Core i5, 4 GB de memória RAM, tela de 12,85 polegadas com densidade de pixels maior do que os Macbooks Retina e que ainda por cima é touchscreen. É uma máquina excelente, de construção impecável, mas preço alto até mesmo para os padrões americanos (cerca de US$ 1.300) e que também só funciona bem online. E é a única.
Screenshot 04 - Chrome OS
A verdade é que boa parte dos usuários considera a máquina em si, não só o SO, um requisito essencial na hora da compra. Com exceção do Pixel, só há mesmo modelos de baixo custo, caso do Acer equipado com um processador Haswell... só que é um Celeron. O argumento aqui não é se é necessário mais potênca ou não, mas sim que alguns usuários gostam de máquina de ponta. Faltam modelos intermediários e avançados para atender a esse público.
Isso seria facilmente resolvido se o Google disponibilizasse o Chrome OS para download. Ele não é um sistema como o Windows ou o Linux, que pode ser encontrado na internet, baixado e instalado pelo próprio usuário, e o motivo de o Google manter um controle tão forte sobre o sistema, disponibilizando-o apenas para OEM, ainda é um mistério. Certamente muitos usuários ficariam contentes em dar uma vida nova àqueles netbooks com Atom de primeira geração, dando-o vida e oportunidade de ser útil em seu dia a dia como uma máquina portável.

FONTE: CANALTECH

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Samsung lança linha Galaxy A no Brasil

 Smartphones Samsung Galaxy A3, A5 e A7 têm câmera frontal de cinco megapixels, são dual chip, possuem conectividade 4G e telas de 4,5, 5 e 5,5 polegadas respectivamente


Acessórios próprios
Para a Linha Galaxy A, a Samsung desenvolveu alguns acessórios próprios. A capa Flip Wallet com porta-cartões será vendida por R$ 129, nas cores branca e grafite para o modelo Galaxy A3. Já a S View, que vem com a Janela Inteligente e outras funções avançadas, sairá por R$ 169 e está disponível nas cores branca e grafite para modelo Galaxy A5 e Galaxy A7. A Capa Protetora Premium será vendida na cor branca para os modelos Galaxy A7, Galaxy A5 e Galaxy A3 por R$ 79.

FONTES: MEIO BIT, IG TECNOLOGIA

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